Agora sem barbaridades ortográficas e com alguns retoques na escritura:
Não sei se todo silêncio é eloqüente, talvez você tenha razão, mas muita eloqüência é careta e torna os diálogos mudos e indelicados. Desculpa pelo silêncio. Venho aqui enfrentando crises; mudanças psicosociais (profissionais, conjugais, e...). A mudança maior é de uma natureza tão íntima que eu ainda não consigo revelá-la razoavelmente a mim mesmo; tenho a sensação de estar entrando em uma terceira adolescência (a 2a foi lá pelos 30 anos). As suas novas postagens parecem trazer textos muito interessantes. Vou ler agora tudo o que existe por aqui, nesse lugar com essas cores de tranqüilidade e turbulência harmônica, onde a ciência não chega. A paz, penso eu, não vale a pena se for absoluta; desta forma ela não passa de uma morte muito morta. Desejo que seu desejo nuca se extinga por completo. “Raspas e restos” de desejos, por vezes, trazem o conflito e a paz em pratos completos de doces prazeres. Estou gostando muito das suas postagens, logo as comentarei. Um beijo em você. Sandro
Este blog é ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera ironia do destino.
Nunca imite a um pseudo-intelectual em sua casa. Eu estou treinada. Falo de tudo sem saber de nada por amor aos esportes de risco.
Meu português é estilo livre direto de Quilmes. Es lo que hay. Se você não entende o que eu escrevo, não reclame. Subjetiva-se que é mais divertido.
Meu saudosismo, meus chororós e a falta de atualização no blog, podem criar dengue. Previna-se de mim.
A identidade
...
Veo sus dos cabezas, de perfil, iluminadas por la lámpara de la mesita de noche: la cabeza de Jean-Marc, con la nuca en la almohada; la cabeza de Chantal, inclinada sobre él a unos diez centímetros.
Ella decía: "Ya no dejaré de mirarte. Te miraré sin parar". Y, después de una pausa: "Tengo miedo cuando mis ojos parpadean. Miedo de que, durante ese segundo en que mi mirada desaparece, se deslice en tu lugar una serpiente, una rata, otro hombre"
El intentaba incorporarse un poco para tocarla con los labios. Ella movía la cabeza: "No, quiero unicamente mirarte". Y luego: "Dejaré la lámpara encendida toda la noche. Todas las noches".
Um comentário:
Agora sem barbaridades ortográficas e com alguns retoques na escritura:
Não sei se todo silêncio é eloqüente, talvez você tenha razão, mas muita eloqüência é careta e torna os diálogos mudos e indelicados. Desculpa pelo silêncio. Venho aqui enfrentando crises; mudanças psicosociais (profissionais, conjugais, e...). A mudança maior é de uma natureza tão íntima que eu ainda não consigo revelá-la razoavelmente a mim mesmo; tenho a sensação de estar entrando em uma terceira adolescência (a 2a foi lá pelos 30 anos). As suas novas postagens parecem trazer textos muito interessantes. Vou ler agora tudo o que existe por aqui, nesse lugar com essas cores de tranqüilidade e turbulência harmônica, onde a ciência não chega. A paz, penso eu, não vale a pena se for absoluta; desta forma ela não passa de uma morte muito morta. Desejo que seu desejo nuca se extinga por completo. “Raspas e restos” de desejos, por vezes, trazem o conflito e a paz em pratos completos de doces prazeres. Estou gostando muito das suas postagens, logo as comentarei. Um beijo em você. Sandro
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