terça-feira, 17 de julho de 2007

Sublimação ligeira I




Não terei paz
enquanto durar
meu desejo
por ti

Um comentário:

Anônimo disse...

Agora sem barbaridades ortográficas e com alguns retoques na escritura:

Não sei se todo silêncio é eloqüente, talvez você tenha razão, mas muita eloqüência é careta e torna os diálogos mudos e indelicados. Desculpa pelo silêncio. Venho aqui enfrentando crises; mudanças psicosociais (profissionais, conjugais, e...). A mudança maior é de uma natureza tão íntima que eu ainda não consigo revelá-la razoavelmente a mim mesmo; tenho a sensação de estar entrando em uma terceira adolescência (a 2a foi lá pelos 30 anos). As suas novas postagens parecem trazer textos muito interessantes. Vou ler agora tudo o que existe por aqui, nesse lugar com essas cores de tranqüilidade e turbulência harmônica, onde a ciência não chega. A paz, penso eu, não vale a pena se for absoluta; desta forma ela não passa de uma morte muito morta. Desejo que seu desejo nuca se extinga por completo. “Raspas e restos” de desejos, por vezes, trazem o conflito e a paz em pratos completos de doces prazeres. Estou gostando muito das suas postagens, logo as comentarei. Um beijo em você. Sandro